quinta-feira, 9 de dezembro de 2010


Luxúria - Isabella Taviani

Dobro os joelhos quando você, me pega, me amassa, me quebra, me usa demais !

Perco as rédeas quando você demora, devora, implora e sempre por mais .
Eu sou navalha cortando na carne
Eu sou a boca que a língua invade
Sou o desejo maldito e bendito, profano e covarde .
Desfaça assim de mim que eu gosto e desgosto me dobro, nem lhe cobro rapaz !
Ordene, não peça muito me interessa a sua potência seu calibre, seu gás .
Sou o encaixe, o lacre violado e tantas pernas por todos os lados !
Eu sou o preço cobrado e bem pago
Eu sou um pecado capital .
Eu quero é derrapar nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos virar o jogo
Quero beber, o que dele escorre pela pele
E nunca mais esfriar minha febre .
Desfaça assim de mim que eu gosto e desgosto, me dobro, nem lhe cobro, rapaz !
Ordene, não peça muito me interessa a sua potência seu calibre, seu gás .
Sou um encaixe, o lacre violado e tantas pernas por todos os lados
Eu sou o preço cobrado e bem pago
Eu sou um pecado capital .
Eu quero é derrapar nas curvas do seu corpo
Surpreender seus movimentos virar o jogo
Quero beber, o que dele escorre pela pele
E nunca mais esfriar minha febre .



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